FGV EESP é a primeira instituição de ensino do Brasil a se tornar parceira da Ripple na produção de estudos e pesquisas em blockchain, criptomoedas e pagamentos digitais

Ao todo, 15 instituições de altíssimo nível acadêmico serão beneficiadas com a doação de US$ 50 milhões como: MIT, Princeton e Stanford.

A Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP) é a primeira instituição de ensino do Brasil a fechar parceria com a Ripple em um projeto inédito de apoio a pesquisas acadêmicas, desenvolvimento técnico e inovação nas áreas de blockchain, criptomoedas e pagamentos digitais.

Tornando-se uma das 15 instituições que receberão, ao todo, uma doação de US$ 50 milhões a serem aplicados em pesquisas e estudos, além de ter orientação estratégica e de recursos técnicos caso necessário. MIT, Princeton e Stanford também integram a lista de instituições beneficiadas.

De acordo com o coordenador do Mestrado Profissional em Economia da FGV EESP, Ricardo Rochman, essa parceria é de extrema importância para a escola. “A Ripple é muito conhecida no mercado de blockchain aplicado ao setor financeiro. Essa parceria trará a aproximação de pesquisadores brasileiros, com de outros países e, sobretudo, com o mercado que está em expansão”.

A demanda por aprendizado, pesquisa e experiência adquiridos em projetos está em alta entre professores e estudantes universitários, e a parceria entre a FGV EESP e a Ripple atende ao cumprimento dessa demanda mundial. À medida que a globalização se expande, aumenta também a demanda por soluções tecnológicas e de talentos para resolver os problemas e desafios enfrentados pelo mercado financeiro.

Um relatório de 2017 mostrou que o investimento global em empresas da FinTech cresceu 11%. Além disso, 4.500 vagas de emprego com os termos “blockchain”, “bitcoin” ou “criptomoeda” no título foram publicadas no LinkedIn este ano. Isso representa um aumento de 151% em relação ao total de postagens do LinkedIn mencionando esses termos em 2017. À medida que o financiamento e a demanda por talentos crescem, as universidades e seus estudantes estão em posição de se colocar na vanguarda de uma indústria em crescimento.

“A academia tem sido tradicionalmente um fator crítico de inovação técnica, e as universidades desempenharão um papel único e de importância vital no avanço de nossa compreensão e aplicação da tecnologia de criptografia e de blockchain”, disse Eric van Miltenburg, vice-presidente sênior de Operações Globais da Ripple, lembrando também que são os estudantes que irão alimentar um mercado financeiro e serão uma força de trabalho em constante evolução e maturidade.

“Grande parte do entusiasmo e da atividade até hoje em torno do blockchain está desconectada de casos reais que resultam em benefícios claros para o cliente. Embora o Ripple não dite parâmetros de pesquisa, estamos entusiasmados em ajudar a apoiar projetos que possam explorar cada vez mais aplicações de blockchain e criptomoedas”, acrescentou.

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