OBSERVATÓRIO DE CONHECIMENTO E INOVAÇÃO EM BIOECONOMIA

  • Quem Somos

    • O Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia é um centro interdisciplinar criado pela Fundação Getulio Vargas, com especialização em mudanças climáticas, uso da terra e uso da biodiversidade.  A missão do Observatório é produzir conhecimento aplicado, capacitação técnica e disseminação de informações para auxiliar o país na transição para economia de baixo carbono.

      O “Observatório de Bioeconomia” da FGV, reúne as seguintes unidades: organização do FGV Agro, órgão da Escola de Economia de São Paulo (FGV EESP), Escola   Direito de São Paulo (DIREITO GV), Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP) e Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE).

      Entre as principais competências do Observatório, estão a análise do ciclo de vida do carbono, significativo na direção de produzir com atenção voltada à redução de emissões de carbono e respeito à biodiversidade e aos direitos humanos. Além disso, o financiamento produtivo, a análise de risco econômico e ambiental, a programação e distribuição espacial de dados, a avaliação de impacto de políticas públicas, e a regulação da nova economia verde.

      Especial atenção do Observatório é dedicada aos estudos da Amazônia brasileira e dos seus desafios particulares. O Observatório acompanha avanços da bioeconomia regional, e investiga caminhos para conciliar a geração de renda e riqueza com a preservação da floresta e da sua biodiversidade.

       

      :: Contato

      11 3799-3645 | gvagro@fgv.br

  • Equipe

    • Coordenação

      Roberto Rodrigues

      Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV (FGV Agro) e Embaixador Especial da FAO para o Ano Internacional do Cooperativismo. Foi secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, de 1963 a 1966, e ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, de 2003 a 2006.

      Daniel Vargas – Coordenador Executivo

      Coordenador de Pesquisa do FGV Agro. Especialista em direito, governo e políticas públicas. Exerceu diversas posições na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, tais como Secretário de Desenvolvimento Sustentável, Secretário de Ações Estratégicas e Secretário Executivo.

      Cecília Fagan Costa 

      Gerente do FGVAgro desde 2006, é Engenheira Agrônoma, foi assessora especial do Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e foi assessora executiva da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG)

       

      Pesquisadores
       

      Angelo Costa Gurgel

      Pesquisador do MIT e CNPq, desenvolve trabalhos científicos e técnicos em economia do agronegócio, política comercial, política climática, modelagem econômica, biocombustíveis e mudanças no uso da terra.

      André Costa

      Mestre em Economia Aplicada pela ESALQ-USP, com graduação em economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP). Professor do MBA em Gestão do Agronegócio - FGV

      Annelise Vendramini 

      Coordenadora do Programa de Finanças Sustentáveis do GVces. É administradora, mestre e doutora em Administração de Empresas pela FEA-USP. Desde 2004 é professora de pós-graduação da Fundação Instituto de Administração em disciplinas de sustentabilidade e finanças.

      Camila Genaro Estevam

      Bióloga pela UNESP-Rio Claro, com experiencia em mapeamentos, sensoriamento remoto, rastreabilidade da produção e cálculo de emissão de gases de feito estufa. Atualmente é mestranda em Epidemiologia pela Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP com foco em modelagem e análise espacial.

      Cicero Zanetti de Lima

      Doutor em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa. Foi estudante visitante no MIT Joint Program on the Science and Policy of Global Change e Postdoc research associate no Department of Agricultural Economics da Purdue University - IN, USA.

      Eduardo de Morais Pavão

      Engenheiro Agrônomo pela UFSCar, com experiência em mudanças climáticas e seus impactos na agricultura, modelagem e quantificação de emissões de gases de efeito estufa, sensoriamento remoto e análise espacial e inteligência de negócios e sustentabilidade corporativa. Atualmente é mestrando em agronegócio pela FGV.

      Eduardo Delgado Assad

      Engenheiro Agrônomo, pesquisador da Embrapa e professor do FGVAgro, membro do comitê científico do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas. Atualmente, é coordenador da sub-rede Clima e Agricultura da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede Clima), do Ministério de Ciência e Tecnologia e Inovação.

      Felippe Cauê Serigati 

      Doutor em economia, coordenador do Mestrado Profissional em Agronegócio do FGVAgro. Foi pesquisador do Núcleo de Economia Agrícola (NEA) do Instituto de Economia da Unicamp e atuou como assessor econômico na Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
       

      Fernanda Valente

      Doutoranda em economia aplicada pela Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto. Foi estudante visitante na School of Mathematics na University of Edinburgh. Possui experiência com modelagem espacial e espaço-temporal, séries temporais, estatística Bayesiana e métodos computacionais em estatística.
       

      Leonardo Munhoz

      Advogado, Doutorando e Mestre em Direito Ambiental pela Elisabeth Haub School of Law da Pace University. Mestre em Direito dos Negócios pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGVLaw) e Bacharel em Direito pela Pontifíca Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).
       

      Roberta Cristina Possamai

      Mestre Profissional em Agronegócios pela Fundação Getúlio Vargas - SP e economista pela Universidade de São Paulo. Atualmente é pesquisadora da Fundação Getulio Vargas - SP.
       

      Sabrina de Matos Carlos

      Doutora em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa. Possui experiência em Modelagem Econômica e Ambiental através de Modelos Econométricos, Métodos Quantitativos e Modelos de Equilíbrio Geral Computável.

      Talita Priscila Pinto

      Doutora em economia aplicada pela Universidade Federal de Viçosa. Foi pesquisadora visitante no Global Trade Analysis Project – GTAP Center no departamento de economia agrária da Universidade de Purdue.

  • Núcleos do Observatório

    • Nesta seção serão apresentados os Núcleos desenvolvidos para possibilitar a avaliação e orientação das públicas vinculadas à bioeconomia no Brasil. O Observatório atuará em três campos prioritários: uso da energia, uso da terra e uso da biodiversidade. Em cada um destes campos, o Brasil possui características próprias. O Observatório pretende jogar luz sobre as particularidades brasileiras, com especial atenção para as métricas mais adequadas, a Amazônia e o agronegócio. E colaborar com lideranças nacionais, órgãos de Estado, instituições do setor privado e social na construção de caminhos promissores para crescimento econômico com preservação florestal.

      • Núcleo de modelagem e análise de impactos.

      Tem o objetivo de construir ferramentas para monitoramento e comunicação de dados integrados sobre a bioeconomia. Além de realizar disposição espacial de dados e informações sobre a bioeconomia brasileira.
       

      • Núcleo de direito, regulação e construção institucional.

      Tem o objetivo de examinar regimes de organização da bioeconomia no Brasil, formular propostas para financiamento e inclusão produtiva, bem como acompanhar iniciativas internacionais de regulamentação da bioeconomia. Questões de justiça e direitos humanos também se inserem no rol de preocupações do núcleo.
       

      • Núcleo de emissão e remoção de GEEs na agricultura brasileira.

      Tem objetivo de quantificar a pegada de carbono nos principais produtos da pauta de exportações brasileira, visando a orientar o agronegócio sobre tomadas de decisão.
       

      • Núcleo de financiamento verde.

      Tem o objetivo de acompanhar e elaborar novas bases técnicas e regulatórias para financiamento verde (FIAgro, ESG, Green Bonds, mercado de compensação ambiental).

  • Marcos Regulatórios

    • Nesta seção serão apresentados os Acordos e Tratados Internacionais com Impactos na Bioeconomia, a Legislação Nacional sobre temas relacionados à Bioeconomia além dos Planos e programas desenvolvidos pelo Observatório.

  • Base de Dados

    • Nesta seção serão apresentadas as Estatísticas sobre os principais componentes da Bioeconomia, as Bases técnico científicas com listagem de profissionais e infraestrutura de pesquisa, pesquisas em andamento, técnicas e melhores práticas, Monitoramento e comunicação de dados integrados sobre a Bioeconomia, Matérias-primas (biorecursos) e produtos derivados de processamento biotecnológicos (bioprodutos), Análises de Ciclo de Vida de Carbono e Listagem de Plataformas e Observatórios relacionados à temática.

  • Biblioteca Digital

A missão do Observatório é produzir conhecimento aplicado, capacitação técnica e disseminação de informações para auxiliar o país na transição para economia de baixo carbono.

Entre as principais competências do Observatório, estão a análise do ciclo de vida do carbono, significativo na direção de produzir com atenção voltada à redução de emissões de carbono e respeito à biodiversidade e aos direitos humanos. Além disso, o financiamento produtivo, a análise de risco econômico e ambiental, a programação e distribuição espacial de dados, a avaliação de impacto de políticas públicas, e a regulação da nova economia verde.

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