Desafios para o país liderar exportações de alimentos

O Brasil, destinado a ocupar a posição de maior exportador de comida do planeta, faz uma avaliação crítica de suas condições reais. O setor produtivo chegou a conclusão de que o Brasil não tem um plano de  mobilização coletiva que envolvem o campo, a indústria, o governo, o mercado e os investidores. Por outro lado, assumir a posição de maior exportador de alimentos fará muito bem para a economia brasileira, no médio e longo prazo.

A agricultura brasileira terá de crescer mais em produtividade do que em área, avalia o coordenador do Centro de Estudos do Agronegócio da FGV/EESP, Roberto Rodrigues. A renda do produtor, sujeito aos preços de mercado tanto para insumos quanto para os produtos finais, é determinada pelo resultado das tecnologias que utiliza, considera. A lucratividade tem sido maior para quem investe mais na melhor adubação ou na melhor semente, aponta.

Há, no entanto, uma necessidade de leis específicas para o setor, que considerem as condições de trabalho no campo e permitam salários atraente pois há considerável falta de mão de obra no campo e peso de encargos trabalhistas. O risco é de o país não ter profissionais qualificados a tarefas de rotina nas fazendas para ampliar a produção.

 

 

 

Data da publicação: 
14/08/2015
Compartilhe
Veja a lista completa de notícias

Receba as notícias da FGV EESP

A A A
Alto contraste

Nosso website coleta informações do seu dispositivo e da sua navegação por meio de cookies para permitir funcionalidades como: melhorar o funcionamento técnico das páginas, mensurar a audiência do website e oferecer produtos e serviços relevantes por meio de anúncios personalizados. Para saber mais sobre as informações e cookies que coletamos, acesse a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.