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Parceria Trans-Pacífico pode afetar o Brasil, aponta estudo da FGV/EESP

2 min de leitura
08/10/2015

Novo acordo de comércio, que reúne 12 países que respondem por 40% do PIB mundial, vai alterar o mapa do comércio global.

O estudo aponta que a formação da Parceria Trans-Pacífico (Trans-Pacific Partnership, TPP) vai reduzir barreiras comerciais bens e serviços entre as trocas dos Estados Unidos, Japão e outros dez países, que juntos respondem por 40% da economia mundial.

Entre outras medidas, o acordo abre mercados agrícolas no Japão e no Canadá para os EUA, endurece normas de propriedade intelectual para beneficiar empresas farmacêuticas e de tecnologia e cria um bloco econômico coeso para desafiar a influência da China na região.

O acordo é o primeiro passo concreto para o estabelecimento da primeira parceria plurilateral, uma tendência das negociações mundiais que já ocorre há alguns anos, e uma alternativa às negociações multilaterais no âmbito da OMC (Organização Mundial do Comércio), interrompidas devido à paralização da Rodada Doha.

O estudo “The Impacts of TTIP e TTP on Brazil”, coordenados pelos professores Vera Thorstensen e Lucas Ferraz, do Centro de Comércio Global e Investimento da FGV/EESP, já estimava, em julho de 2014, uma queda de 2,7% nas exportações brasileiras com o estabelecimento da TTP, segundo reportagem produzida pelo portal da revista Exame. 

Segundo o estudo, os mega-acordos devem definir uma nova estrutura e modalidades para todos os tipos de barreiras não tarifárias ao comércio, por meio de novas regras para importantes assuntos relacionados ao comércio, tais como investimentos, regras de concorrência, proteção ao meio ambiente, clima, direitos trabalhistas, combate à fome, bem estar animal e outros temas.

Para ter acesso ao relatório na íntegra, clique aqui.

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