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Regras para empreender

1 min de leitura
27/04/2015

Para incentivar o empreendedorismo no Brasil e fortalecer o apoio das escolas à essas iniciativas, estudantes de graduação apostam na aprovação de um projeto de lei que regulamenta a atuação das empresas juniores. As EJs são organizações sem fins lucrativas formadas e geridas por alunos de graduação.

O projeto em tramitação na Câmara reúne 10 mil estudantes no país. Seu principal objetivo é fazer com que os alunos aprendam na prática como desempenhar as profissões deles, junto de lições de gestão empresarial. Além de contribuir para a formação profissional dos graduandos, as EJs permitem acesso a serviços de consultoria à pequenas e microempresas por oferecer baixo custo.

“Muitas EJs não conseguem lidar com aspectos jurídicos. A regulamentação permitirá que elas tenham uma constituição assim como as organizações não governamentais (ONGs) e possam ocupar um espaço no meio empresarial”. Afirma Ademar Bueno, Professor da FGV/EESP. Para o professor, essas iniciativas são fundamentais em graduações sem matérias de gestão no currículo. “Nos cursos de medicina, que formam profissionais que terão seus consultórios, ou seja, reais empreendedores, não há nada que os apoie nesse sentido”, completa.

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